O carbono, ao contrário, da mais leveza, sensibilidade e rapidez ao caniço, inclusive na fisgada, tornando-se a opção mais indicada.
A escolha do tamanho da vara depende unicamente da distancia entre o pecador e as estruturas de pesca.
Em teste feito pela revista Pesca Esportiva, foi usada linha de náilon com espessura de 0,36 milímetros e comprimento um pouco maior que o da vara, que era de 4 metros. Linhas curtas demais dificultam o manuseio do peixe, forçando o caniço a ponto de poder quebra-lo. Dispensando chumbada e boia, foi ateado diretamente à linha um anzol modelo Chinu nº4, com um curto cabo de aço flexível. Se a preferencia for pela não utilização do encastoado, o ideal é usar anzóis de haste longa. Quanto a isca, começaram pela mais clássica de todas, a minhoca. Como não se deve ter economia foram-se iscadas logo três minhocas, atravessando várias vezes no anzol para dar volume e movimento. |
Uma gulosa de uma Tilápia também foi fisgada, comprovando a eficiência dessa isca universalmente conhecida.
Opção não falta para chamar a atenção das traíras:
Peixinhos vivos ou mortos, pedaços de carne, miúdos de aves e bovinos e até mesmo plugs e minhocas artificiais podem ser arrastados sobre as estruturas de pesca, dando excelentes resultados. |